Umamáscara que esconde do povo a transparência de um ser feminimo. E tudo se resume ao pó: sombra, blush, pancake, base. Uma infinitude de personalidades que se inventa e procria através dos pincéis da vida. A experiência é esquecida, a feiura é maldita e a idade jamais dita.
A mulher é uma complexidade bem-vinda. Um estudo de caso indeterminado e interminável. É como contar a quantidade de delineadores e lápis de contorno, impossível. Mas ela não se resume a maquiagem. E o make up, além de necessário, é um acessório imprescindível para a caricatura ou escultura de uma mulher feliz diante das telas. Os diretores de maquiagem que o digam!













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