A gente bate, rebate, entra em uma proposta intelecta de discussão. Pensamos profundamente sobre a pobreza, sobre a fome, o aquecimento global, o incremento da violência nas grandes cidades e sobre essa confusão: o Brasil, o mundo. A gente sabe também que atitude é o que falta, que a disparidade mata, e que o indigente não sabe o que é classe social, ele tem fome e de estômago é o que ele entende…

Difícil é tentar separar as classes, identificar as metades de um terço perdido. Das medidas só se sabe que classificar é uma tentativa de se enxergar e entregar a cara a tapa…

Vejamos uma mostra disso na música “Classe Média”:




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