Depois de uma repaginada e turbinada, a dançarina do Créu, a Mulher Jaca (Daiane Cristina) apareceu de visual deslumbrante para o público, não deixando a desejar (pelo menos, é o que dizem). Resta saber qual das duas imagens representa agora a dançarina. Ai que dúvida!
Parece que estamos chegando ao fim de mais uma breve série do EitaPíula! Mas reparem que a salada de fruta brasileira está só começando! Sei que vocês vão terminar de ler este post a lá Carmem Miranda, cheios de frutinhas em suas respectivas cabecinhas heheheh. Até mais!
Um pouco sobre a minha terra: Vocês conhecem a história do Ceará? Ou estaria preparado para responder algumas questões da política e cultura desse Estado? Pois bem, alguns de nós, conterrâneos cearenses, precisaríamos saber mais da história, política e cultura do nosso povo.
A arquitetura também é um pouco esquecida, e somente alguns prédios atualmente são tombados como patrimônio de nossa gente. Trabalhadores, com muita garra; alegres como quem melhor aproveita a vida em termos de felicidade; e quentes com o calor humano e climático que melhor nos pode caracterizar - parte disso, porque nós somos muito mais.
Além do sabor e suor, nós cearenses apresentamos artesanato, a renda e o forró pé-de-serra como integrantes dessa região nordestina.
Para vocês, selecionei alguns arquivos do youtube, que trazem um poquinho do que temos a oferecer como produto da nossa realidade histórica:
Depois de tomado o susto, percebi como uma letra pode significar o sentindo de toda uma vida, com 46 anos de idade. E isso tudo vi no globo.com. A atriz e modeloLuiza Brunet foi alvo de um erro ortográfico durante a produção de notícia sobre sua separação com o ex-marido Armando Hernandez, ou melhor, Armando Fernandez. Seriam dois ex-maridos ou minha vista não captou a vossa mensagem?
Verifiquei na pesquisa do google e, pelo número de resultados, acho que realmente é só um ex e ele se chama verdadeiramente Armando Fernandez. Cara, se a gente não tomar cuidado, essas notícias podem gerar uma separação ao quadrado, se é que isso existe!
Diante das receitas de bolo prontas para o forno. Eis que me aparece um prato principal. E daquelas delícias bem apreciativas, gostosas de comer…com os olhos, claro!
Décadas de 70 e 80, festivais e shows de pop contagiam as revolucionárias mentes adolescentes e deixam saudades…Afinal, nada como homens com roupas coladas, calças justas e um sensual requebrado de quadris (Que brega, não?). Eis a fórmula enlouquecida que consquista platéias do mundo inteiro. Pop é um ritmo, era a magia. A banda!!
Engolida pelo mercado temporário e industrial da música, “POP” não resistiu as novas tendências e acabou guardada na caixinha musical das antigas fãs. Como uma história embalada em uma melodia, um dos astros de “POP”, Alex Fletcher (Hugh Grant), terá que compor uma música atual para a nova diva do ritmo popular; e arranjar, em um curto espaço de tempo, uma parceira (Drew Barrymore) para acertar os ponteiros musicas, encontrar sua letra, sua composição perfeita. Enfim, voltar ao caminho inspirador e escrever uma letra de amor.
O que desperta o jantar nesse filme é o mundo real criado a partir dele. A banda não existe, muito menos Alex Fletcher. No entanto, músicas, clips trazem a receita do sucesso da época, mesmo para aqueles que não conseguiram acompanhar de perto, pelo fato de fazer parte do universo ficcional. Hugh Grant e Drew Barrymore conseguem compor um par ideal na classificação de comédia romântica. Cenas impagáveis e inesperadas surpresas contradizem a uma certa “previsibilidade” exigida pela mesma categoria de filme hollywoodano.
Muitas iniciativas de instituições públicas e privadas correm atrás do tempo, quer dizer, do oxigênio perdido. É a chamada neutralização do ar. Mudas de plantas são investidas a cada realização de evento ou aglomeração de empresários e consultores com a finalidade de abastecer o ar com o oxigênio retirado pela respiração, uso de automóveis ou máquinas poluentes. Não que a ação não seja maravilhosa, com certeza é, e anatureza agradece. O fato que me preocupa é quando faltarem as mudinhas ou quando inovarem novamente.
Já já, dentro de alguns anos, estaremos pedindo um minuto sem respiração, antes dos grandes acontecimentos empresariais. Vamos parar de respirar!!! O efeito é claro: menos emissão de gás carbônico na atmosfera e, conseqüentemente, problemas respiratórios futuros vão ter uma nova causa: contenção de O²! Exageros à parte, eu pago pra ver…ou não heheh. (pode ser caro demais…)