Novidade quentíssima para as mamães ou grávidas de plantão. É que agora, além de acompanhar a gestação do seu filho através de imagens de ultrassons e visitas periódicas ao ginecologistas, vocês terão agora a chance de tocar e ver uma réplica do feto e de seu crescimento com um boneco em 3D. A técnica foi inventada pelo designer brasileiro José Roberto Lopes. O grande projeto inclui exames de ressonância magnética, tumografia e ultrassom para a produção do boneco artificial que imita tamanho, formato e desenho igual ao do feto que est[á se desenvolvendo na barriga da mãe. Não é incrível???
Saber que até as mulheres cegas terão a chance de sentir o futuro filho, é fantástico. A tecnologia e criatividade estão permitindo que acompanhemos todo o processo e auxilia na identificação de algumas doenças que o bebê poderá ter futuramente.
Liberdade de expressão? Ah, dá vontade de pronunciar vocábulos de baixo calão, se quer mesmo saber. Mas, como sou jornalista DIPLOMADA, não irei me ater a vãs filosofias de politicamente incorreta. E essa expressão caiu como uma carapuça no Senado. Que eu saiba, e as imagens não deixam por menos, o repórter do CQC, danilo Gentili só estava utilizando do seu direito de expressar-se, ele não encostou em um fio de cabelo do “excelentíssimo” presidente do Senado José Sarney e foi praticamente esculachado, tradado como lixo, jogado ao chão diversas vezes, destratado, como nem mesmo os políticos corruptos desse país são tratados. E até mereciam. Nesse ponto, posso parecer cabalisticamente com alguma sensacionalista, mas tenho certeza que a revolta em qualquer brasileiro renasce diante de “pequenos-grandiosos” fatos que culminam no estopim de uma guerra por liberdade, por igualdade e, acima de tudo, por justiça. Ah, e, aliás, quem merecem guardacostas para nos proteger do dispautério político somos nós, os indefesos.
Parafraseando o Boris: ISSO REALMENTE É UMA VERGONHA!!!
Parabéns ao CQC por brilhantemente e inteligentemente demonstrar que nós merecemos respeito. Os meus sinceros aplausos!
Quem não está acompanhando a tragédia do Air Bus Aff 447 da Air France Rio-Paris? Bom, mesmo quem não queira está se martirizando com a enxurrada de notícias sobre o desaparecimento e provável queda do boing no oceano Atlântico. Uma tragédia que não questiono sua magnitude, visto o número de possível vítimas.
Interessante é que apesar de não sabermos ao certo as causas que ocasionaram a queda do avião, temos cada vez mais a certeza da segurança que a aeronave pode oferecer em situações de turbulência, clima não favorável e tempestades.
É o caso do Vídeo Incrível com um Boing 747 que decolava de um aeroporto do Japão. O clima estava chuvoso, mesmo assim deram o aval para o avião decolar. Poucos segundos depois da subida, você vê o avião sendo atingindo por três raios imensos. Eles atravessam a aeronave, mas não impedem de o mesmo seguir tranquilamente no céu japonês. Em outras palavras, a descarga elétrica não acarretou nenhuma avaria no boing. Incrível, não?
Eu sempre tive medo de avião! E toda vez que uma trágica notícia como essa do título assola nossa realidade, me questiono quão seguras são as aeronaves que percorrem os céus da Terra. Tudo bem que dizem que é o mais seguro dentre as locomotivas e meio de transporte humanos. Mas será que esse discurso cola para os parentes da vítima ou para aqueles que viram suas vidas esvair-se em milésimos de segundo sem poder fazer nada? As estísticas podem comprovar, existem mais acidentes mortais com automóveis. No entanto, em um único acidente de avião, as chances de sobrevivência são ínfimas e a prova da morte é praticamente uma sentença.
Não, não estou querendo levantar uma bandeira contra as viagens aéreas, pelo contrário, concordo com as provas cabais dos números de segurança. Agora, o que estou tentando levantar é uma discussão sobre a importância de tornar esse meio cada vez mais seguro. Encontrar modos de minar com os riscos, visto que quando acontece uma tragédia como essa perdemos centenas de amigos, parentes sem condições de resgate. E isso é triste, é impotente…não importam os motivos ou causas, o desaparecimento deste avião da Air Bus só prova como ainda acontecem muitas ocorrências.
Agora, nos resta consolar os que ficaram e esperar que os jornais respeitem as dores e o sofrimento dos familiares, que a companhia aérea faça o serviço que sempre costumam-se fazer nesses momentos e que a vida siga sem muitos riscos. É hora de aprender com os erros e seguir em frente. Afinal, ninguém deve deixar de voar por causa disso. Não é verdade?
Boa sorte a Todos!!!
Para quem quiser acompanhar as notícias minuto a minuto sobre o desaparecimento do voo AF 447 Rio Paris, é só ir para a página da Globo.com ou conferir as últims chamadas nos demais sites noticiosos.
Seguimos uma linha editorial de não adentrar ou aprofundar nas questões religiosas ou futebolísticas para não causar discórdia entre os leitores e agradar uma maioria. Mesmo assim, não podemos fechar os olhos diante de polêmicas que questionam, muitas vezes, o que acreditamos.
A mídia que não nos deixa mentir: o caso da menina de 9 anos que ficou grávida de gêmeos após ser estuprada pelo padastro está repercutindo não só pelo aspecto brutal da violência doméstica, mas também pela ação da igreja local – o bisco de Pernambuco excomungou a equipe médica e a mãe da menina que tiraram a vida de duas crianças. Segundo o arcebispo Dom José Cardoso, somente eles foram excomungados já que o crime de estupro, cometido pelo padastro, seria de menor proporção que tirar a vida das crianças. De acordo com o médico, a criança estaria correndo risco de vida caso levasse adiante a gravidez. Será que isso está certo? Ver uma menina ser abusada sexualente por uma pessoa da família, a quem ela teria uma referencial de educação. Ver sua infância e inocência se esvairem feito pó e condenar um ato que tiraria o risco de vida a que essa criança estava sendo submetida com uma gravidez de gêmeos, é coerente? Será que não existem fatos realmente maléficos para excomungar? Condenar uma vida por outra…mas todas elas não são iguais e importantes? Quem tem o poder de julgar a fé, a sociedade, o amor?…Enfim, termino por aqui!
Explicando: a minha intenção não é polemizar a crença em tal ou qual religião, mas acho que cabe uma reflexão acerca da violência contra mulher, do limite de julgamento feito pela sociedade e das ações da Igreja, que pode perder fiéis com algums atitudes, pois vimos que a excomunhão não foi vista com bons olhos nem por muitos membros da sociedade nem pelo governo brasileiro, que se diz laico, mas tem veias estritamente católicas.